The Killers - read my mind
Publicado por Corduroy à(s) 13:12 0 comentários
Bêbado mais bêbado não há...
... e como uma só vez não bastasse, lá tinha que vir uma segunda...
Publicado por Corduroy à(s) 12:35 2 comentários
LCD Soundsystem - tribulations
01/03/07
A música do dia, vai ser um post que vou começar a fazer todos os dias (exeptuando aqueles que não venha á net).
A escolha vai recair essencialmente sobre músicas recentes, mas não descartarei a hipótese de postar músicas mais antigas, como é o caso desta primeira escolha com LCD Soundsystem "tribulations".
Publicado por Corduroy à(s) 21:12 0 comentários
Agora aos sábados...
28/02/07
Para quem é da zona do Vale do Sousa (Marco, Penafiel, Paredes, Amarante,etc...), ou quem por lá passar, aconselho vivamente a irem ao RedBox Café, pois é um sítio com uma fantástica componente visual, excelente convívio e um staff 5 estrelas... para não falar da música que é do melhor, ou eu não fosse o melhor "pseudo" dj de Portugal. Hehehe...
Apareçam...
Publicado por Corduroy à(s) 11:56 0 comentários
Band of Horses - the funeral
27/02/07
Publicado por Corduroy à(s) 14:49 1 comentários
Tributo aos Ramones
26/02/07
Possivelmente será o melhor vídeo de tributo aos Ramones que o YouTube tem para oferecer. Os Ramones de certeza que se sentirão orgulhosos por isso.
E a música "halleluijah" de Rufus Wainwright enquadra-se perfeitamente no espirito do video.
Hey! Ho! Let's Go!!!
Publicado por Corduroy à(s) 15:00 0 comentários
Previsões para 2007... com o rigor de Mestre Alves!!!!
Gostava mesmo era que me conseguissem dizer o que está ele a rabiscar no papel!!??
Publicado por Corduroy à(s) 14:47 1 comentários
LCD Soundsystem - Sound of Silver
24/02/07
Nova Iorque era, realmente, «the place to be» e a mistura daquilo a que correctamente chamaram «record collector rock» (Can, Talking Heads, Liquid Liquid…) com o grave pulsar da música feita para dançar resultou numa vibrante cena que, no entanto, raramente se estendia convincentemente para lá dos formatos funcionais para DJs, os maxis. Sound of Silver pode, por isso mesmo, ser o primeiro «magnum opus» desta geração específica.No último tema deste álbum, «New York I Love You, But You’re Bringing Me Down», Murphy canta «New York you’re perfect, please don’t change a thing» e «New York I love you, but you’re freaking me out» num tom que se encaixa perfeitamente na «tradição» iniciada por Lou Reed em «Perfect Day» e que os Beastie Boys prosseguiram com To The 5 Boroughs – declarações de amor a uma cidade que é tão imaginada como real. James implora «take me off your mailing list/for kids that think it still exists» com pleno sentido de humor – mas igualmente de forma sentida. Mais do que uma carta de amor, esta canção (e este álbum) é uma carta de desencanto, com a dose certa de dualidade de sentimentos, abandono e política. Em «North American Scum», James Murphy afirma ironicamente «for those of you who still think we’re from England/we’re not, no» e de alguma forma somos atirados directamente para as entranhas do CBGBs em 77 ou 78. Esse é o ponto forte de Sound of Silver: a forma como se evoca o espírito de uma certa Nova Iorque combativa da era punk, pois claro, mas ao mesmo tempo se investe fundo num puro hedonismo dançante. Equilíbrio perfeito. Talvez o pormenor que faltava em LCD Soundsystem e que agora é esculpido ao pormenor, com ritmos sintetizados, «cowbells», baterias reais, camadas de verniz analógico dos sintetizadores e faíscas de guitarras. Sound of Silver tem alma e estilo, conteúdo e forma, ideias e grooves. Tem rock. E tem disco-sound. "
Publicado por Corduroy à(s) 11:39 0 comentários
Arcade Fire - Neon Bible
The Arcade Fire Neon Bible Universal antes de Funeral e da «aparição» dos novos messias do rock que mexe os cordelinhos da emoção, «No Cars Go» residia, de forma discreta, no EP homónimo que o grupo de Montreal lançou, a expensas próprias, em 2002.É uma forma provavelmente maniqueísta de apresentar o sucessor de Funeral, disco-milagre louvado de Vila Nova de Poiares a Saturno e prazer assumido de figuras como Björk e David Bowie, mas «No Cars Go» é também um aviso que diz: «Nós, os Arcade Fire, somos aquilo que somos mas também o que já fomos». Como que dando a entender que é, em certa medida, injusto avaliar as 11 novas canções saídas da pena de Win Butler e comparsas unicamente em função do impacto que Funeral teve na vida de quem viu nos seus artesãos dignos sucessores dos Pixies ou dos Joy Division – esqueçamos a música; falamos da forma como tocam o íntimo de uma geração disponível para amar.Neon Bible é o mais próximo que os Arcade Fire estiveram de se tornar uma «experiência religiosa». A banda gravou numa igreja (órgão de tubos incluído), conta com a participação de um coro militar, uma orquestra húngara e a toada, antes áspera no pormenor dentro de um quadro geral de candura, ruma a um lugar mais seguro. Há momentos de «storytelling» Springsteen («Antichrist Television Blues»), cânticos harmoniosos («Windowsill»), Inverno dentro de portas e uma vela acesa («Intervention»), tempestades de gelo («Black Mirror»). E «No Cars Go» revisitada: monumental, empolgante, antológica.Ponto assente: é um bom disco, o segundo dos Arcade Fire. Mas é um álbum incapaz de rivalizar com Funeral na forma como Funeral se tornou qualquer coisa exterior a si próprio, um depósito de ânsias e expectativas de quem o ouviu de coração nas mãos; um fundo comunitário que extravasa o inventário de instrumentos, acordes, convenções musicais e géneros estanques. Neon Bible é a réplica depois do grande terramoto – impressionante, sim, mas a apanhar toda a gente de capacete na cabeça. "
Publicado por Corduroy à(s) 11:18 0 comentários
Pearl Jam, digam a vossa justiça relativamente aos álbuns desta banda!
22/02/07
Publicado por Corduroy à(s) 14:44 1 comentários
Eu voto sim no próximo referendo
07/02/07
Publicado por Corduroy à(s) 15:00 0 comentários
Capa do novo album dos Arcade Fire
01/02/07

Publicado por Corduroy à(s) 19:03 1 comentários
Tour Portuguesa dos X-Wife
Publicado por Corduroy à(s) 14:34 0 comentários
Fotobiografia: Pearl Jam Through the Eye of Lance Mercer

Em colaboração com o colega, renomado fotógrafo de Seattle Charles Peterson , Lance Mercer em 1998 publicou o primeiro livro de fotos do Pearl Jam, "Place/Date". Mas havia muitas fotos que escaparam pelas fendas, um número delas que será visto na primavera no novo volume "5x1: Pearl Jam Through the Eye of Lance Mercer." O livro está á venda através do site dos Pearl Jam...e eu já o tenho e posso dizer que está fantástico!!!
"Eu estava sentado num arquivo de imagens por um tempo bem longo, e estava a tomar café com o[baixista dos Pearl Jam] Jeff [Ament]," Mercer diz à Billboard.com. "Nós estávamos conversando sobre como eu tinha todas essas imagens dos Pearl Jam que ninguém nunca viu, tipo todas essa coisas dos bastidores. E o Regan Hagar, membro da banda paralela dos Pearl Jam, (Brad) foi essencial em me empurrar pra frente. Eu estava tipo nesse espaço onde eu não estava certo sobre o que eu iria fazer fotograficamente. Então, entre esses dois e eu, a gente teve a idéia de montar o livro juntos."
"A coisa legal sobre isso é que o Regan e eu tivemos livre arbítrio pra montar isso antes mesmo de mostrar pra eles," Mercer continua. "Nós fizemos uma maquete, mas a gente esperou por um tempo longo -- nós passamos por milhares de imagens e várias seqüências diferentes de fotos, e chegamos numa. A gente vem trabalhando nela por mais de uma ano. Eu sou amigo deles, e na mistura, então não foi muito difícil aproximar-se deles nisso."
Perguntado sobre como o novo livro se diferencia do último, Mercer oferece, "É muito mais pessoal -- essa é a maior parte dele. Algumas coisas ao vivo, mas não tanto quanto o último. E outra coisa é que é muito mais feito na prática, e eu acho que é muito mais uma colaboração entre o Regan e eu. Pessoal é a chave, até no tamanho em que foi feito. Vai ser um livro de tamanho 8 x 10 (deve ser polegadas), assim as pessoas podem carregá-lo junto consigo nas mochilas." As imagen são do início ao meio dos anos 90 ("Não tem nada de super recente nele," Mercer observa).
Duas fotos em particular estão entre as favoritas do Mercer. "Tem uma onde o [guitarrista] Mike [McCready] está a dançar no quarto de hotel," Mercer diz.
"Pra mim, era um daqueles dias que foi um ponto de muadança pra mim, porque eles estavam confortáveis o suficiente comigo, de tal modo que eu podia apenas ficar junto deles nos seus quartos de hotel e tirar fotos deles fazendo essas coisas do dia-a-dia da tour. Tem outra onde o [vocalista] Eddie [Vedder] está a brincar com a filha do empresário, e é apenas um momento muito inocente. Eu realmente adoro essa foto -- eles estão no corredor. As suas guardas estavam baixas e eu pude pegar uns momentos realmente espontâneos."
Com "5X1" pronto para o lançamento, Mercer planeia outro livro. "Na verdade eu já vou saltar pra um outro livro sobre o cenário musical como um todo," ele diz. "Eu vou dar para o Regan todas as minhas fotos e deixá-lo escolhê-las. Eu tenho milhares de imagens. Pode ser do Malfunkshun aos Soundgarden, talvez algumas bandas punks, como os U-Men. Uma mistura bem eclética de coisas diferentes. E também uma chance pra bandas que não eram de Seattle -- há um monte."
Neste livro pode-se encontrar comentários de pessoas tão distintas como Ben Harper, Michael Stipe (REM), Bruce Springsteen, Cameron Crowe (Realizador de Cinema), Tim Robbins (Actor), Kelly Slater (Campeão de Surf), Pete Townshend (The Who) entre outros...
Para vos aguçar o apetite deixo aqui um sample daquilo que se pode encontar no livro!!







Publicado por Corduroy à(s) 11:42 0 comentários
Os meus 11 albuns de 2006
30/01/07
3 - The Strokes - first impressions of earth
4 - Band of Horses - everything all the time
5 - TV On The Radio - return to the cookie mountain
6 - Pearl Jam - pearl jam
7 - Cansei De Ser Sexy - cansei de ser sexy
8 - Thom Yorke - the eraser
9 - The Infadels - we are not the infadels
11 - Koop - koop islands
Publicado por Corduroy Etiquetas: 2006, As melhores, Música à(s) 11:15 0 comentários
De regresso aos posts!!!
Publicado por Corduroy à(s) 11:03 0 comentários
Pearl Jam: Uma banda com memória
06/09/06

Um só concerto não chegava para colmatar a espera de seis anos, desde que Portugal viu os Pearl Jam pela última vez. Eram precisos dois concertos. Ou mais. Mesmo com alinhamentos intermináveis e dois encores cada, a sede cresceu ainda mais, ainda que fossem precisas poucas canções para a matar. É assim quando há tanta música para servir, fãs tão conhecedores e tanta empatia entre uma banda e o seu público. Foram assim os concertos dos Pearl Jam no Pavilhão Atlântico, ontem e anteontem à noite.
Não foram dois concertos iguais. Longe disso. Sabia-se que iam ser diferentes. Os alinhamentos da digressão de promoção ao recente álbum homónimo estavam constantemente a mudar, como quem carrega no botão de um computador para distribuir as músicas aleatoriamente pelas diferentes cidades. Mas não pode vir de um computador a sensibilidade com que escolheram determinadas músicas para Lisboa – como "Last kiss", com Eddie Vedder no centro da plateia, tocada sem falhas no equipamento (ao contrário do que aconteceu no Restelo, no que acabou por ser um dos momentos mais lembrados dessa noite).
Era, por isso, fácil encontrar caras repetidas na audiência. Os Pearl Jam não andam só a tocar praticamente toda a discografia – andam também a tocar temas que raramente tocavam. Perder a oportunidade de ouvir "aquela" música não foi, para muitos, uma possibilidade. A escolha compensou: poucas músicas repetidas e imensas recordações que só os fãs mais atentos – todos? – conhecem.
Interessante era também fazer o exercício de imaginar como seriam estes fãs há uns anos, no auge do grunge, de cabelos compridos e camisas de flanela. O rumo da história do rock podia ter ditado o fim do sentido de bandas como esta. Mas os fãs cresceram. E a banda também, provando que está muito para lá desse movimento de Seattle a cuja etiqueta está inevitavelmente atada. Os Pearl Jam têm o seu próprio mundo. Umas vezes introspectivo, outras politicamente activo, mas sempre apontado à pura comunhão. Um mundo de braços abertos, capaz de deixar dois pavilhões atlânticos num gigantesco sorriso colectivo.
Duas maratonas de música
A lista de temas ascende a cerca de trinta por noite, em duas maratonas que terminaram com todas as luzes do Pavilhão Atlântico acesas e sem vontade de deixar o recinto. No site oficial da banda, www.pearljam.com estão já disponíveis os alinhamentos. É também possível comprar o registo ao vivo dos espectáculos, através de "download". Todos os álbuns foram visitados. De "Ten" vieram temas como "Even flow", "Jeremy", "Alive", "Black" ou "Garden". De "Vs", "Animal", "Dissident", "Elderly woman behind the counter in a small town" ou "Rearviewmirror". De "Vitalogy", "Not for you", "Better man" ou "Corduroy". De "No Code", "Hail hail", "Smile" ou "Lukin". De "Yield", "Given to fly", "Wishlist" ou "Do the evolution". De "Binaural", "God’s dice" ou "Insignificance". De "Riot Act", "I am mine" ou "Save you". De "Pearl Jam", "World wide suicide", "Life wasted", "Comatose", "Severed hand", "Big wave" ou "Come back" (em homenagem aos Ramones). A juntar à discografia original, os Pearl Jam tiraram da caixa toda uma série de músicas que durante muitos anos andaram soltas em compilações ou em cassetes trocadas entre fãs. Preciosidades como "Footsteps", "Yellow led better" (a fechar ambas as noites), "Crazy Mary", "State of love and trust" ou "Keep on rocking the free world".
Não deixa de ser extraordinária a facilidade com que tocam tantas e diferentes músicas dia após dia. Solução: muitos meses de ensaio ou uma excelente memória. A primeira hipótese parece mais sensata, mas a segunda não o é menos. Afinal, os Pearl Jam são uma banda com boa memória. Lembram-se da extraordinária recepção que tiveram em Cascais em Novembro de 1996, quando actuaram em Portugal pela primeira vez (também aí em dose dupla). Lembram-se da segunda vez, no Estádio do Restelo, em Maio de 2000. Lembram-se do que (não) tocaram. Lembram-se das pessoas com que se cruzaram na praia. Lembram-se de trazer o cavaquinho que lhes foi oferecido em Portugal. Lembram-se de continuar a acarinhar os fãs sem vestígio de vedetismo.
Eddie Vedder continua a ser o mestre de cerimónias perfeito. À voz de barítono junta o carisma infalível de quem sabe conduzir milhares de pessoas como se estivesse a falar com cada uma delas em cada momento (em inglês, mas também em português). Podia ser uma estrela de rock, mas nunca o será. É, isso sim, o maestro de uma banda que toca como se "Pearl Jam" fosse, de facto, o primeiro álbum. Este é a síntese descarada da garra resgatada aos primeiros discos com o tom mais experimental e maduro dos mais recentes. Noutras filosofias, podia ser o fim da história dos Pearl Jam. Mas é o começo de uma nova: uma história com boa memória.
in Jornal "Público"
Publicado por Corduroy à(s) 19:12 2 comentários
Praga - Sinfonia de Luz, Pedra e Poesia
10/07/06

Existe uma cidade no coração da Europa que foi sonhada, ou antes, preconizada por Libuse, uma das três filhas de Cech, um mítico guerreiro eslavo. Herdeira da região da Boémia, a princesa sediou-se com a sua tribo em Vyserhad, até que um dia, ao contemplar o rio Moldava, junto à colina de Petrin, foi-lhe revelado, através de uma aparição, que deveria fundar uma cidade cujo nome significa limiar e à qual estaria reservada “uma glória capaz de atingir as estrelas”. A princesa anunciou a nova ao seu povo, apontou para uma encosta sobre o rio e para aí se deslocou, após ter unido através do matrimónio a sua intuição à força musculosa do camponês Premysl, dando início à primeira dinastia que imperou na região, até ao século XIV.
A partir da Idade Média, essa cidade não só alcançou o brilho profetizado por Libuse, transformando-se primeiro na capital da vasta região da Boémia, como foi palco de uma vida política conturbada e plena de episódios, no mínimo, peculiares, de que resultaram revoluções ou sublevações populares utilizadoras de métodos tão diferentes quanto a defenestração (do latim “pela janela fora”) ou manifestações exemplarmente pacíficas, envolvendo milhares de populares. As primeiras implicaram que corpos de governantes contestados tivessem transposto em voo forçado janelas altaneiras de palácios (trajectórias nem sempre fatais, pois reza a história que alguns sobreviveram ao aterrarem em providenciais amontoados de estrume!) e as segundas, pelo contrário, permitiram profundas alterações no panorama político e económico do país (quase) sem derramamento de sangue.
Foi também nessa cidade – disputada por celtas e germânicos em tempos mais remotos e ocupada pelos exércitos franceses, alemães, austríacos e suecos ao longo dos últimos séculos – que viveram artistas como o compositor neo-romântico Dvórak, o poeta Rainer Maria Rilke, o escritor Kafka, autor das admiráveis mas opressivas e claustrofóbicas obras “O Processo” e “Metamorfose”, ou Milan Kundera, celebrizado por não menos perturbantes, mas mais libertinas criações literárias, de que são exemplo “A Insustentável Leveza do Ser” (adaptada também ao cinema) ou “O Livro do Riso e do Esquecimento”.
Em cada esquina dessa capital da Europa de Leste, à partida mais semelhante a Paris do que a Moscovo, existe um clube de jazz com concertos diários ou salas de espectáculos com dezenas de óperas, bailados, concertos de música clássica e peças de teatro em cartaz.
No Inverno cobre-se de neve e transforma-se no cenário de sonho para qualquer conto de fadas e na Primavera ganha um fôlego e uma luz dourada inigualáveis, convidativos ao romance e a passeios infindáveis, orquestrados por músicos de rua. Citando prazeres mais prosaicos, é também esse o lugar no mundo onde se bebe mais cerveja e, supomos nós a julgar pelos cardápios dos restaurantes, se come mais carne de porco (assada, em bife, picada, em tarte e pudins...) – valha-nos a recente descoberta das cozinhas italiana e oriental!
Obviamente é de Praga, a capital da República Checa, que falamos. No entanto, e apesar de todas estas particularidades, a cidade é sobretudo celebrada pela beleza e pelo perfeito estado de conservação dos seus edifícios, de uma riqueza arquitectónica assombrosa. Reúnem estilos tão diversos quanto o barroco, o renascentista, a art déco, a arte nova, o cubismo e o funcionalismo, passando ainda por alguns exemplares, mais raros, do românico e do gótico.
Visitar Praga para apreciar o seu castelo, as igrejas, os museus e as salas de espectáculos é motivo mais do que legítimo – até porque foi classificada pela UNESCO como Património Mundial. Reflectindo esses edifícios a sua trajectória política, social e cultural, porque não tentar desvendar os segredos que guardam do passado e assim sorver um pouco mais da alma primitiva da que é considerada por muitos como a “mais bela cidade do mundo”? Perante as avalanches de turistas que inundam as estreitas ruelas medievais de Praga, esta poderá ser a forma de melhor sentir e interiorizar o pulsar poético que lhe é peculiar.
Depois é só deixar-se embalar pela música: nas ruas, nas pontes, nas salas de concertos e nos clubes de jazz, guardando o ritmo para o passeio do dia seguinte.
In Revista Rotas e Destinos
Publicado por Corduroy à(s) 21:27 0 comentários
O Adeus à Selecção
Sem dúvia que Figo é um grande artista da bola, e sem dúvida o melhor de sempre do futebol português. È sempre um orgulho afirmar que sou português como o Figo ... e por isso não posso deixar de sentir já uma certa nostalgia depois de o próprio ter dito que ia deixar de vestir a camisola das quinas. Como todos os artistas, cada um tem o seu tempo, só é pena que alguns não tenham a capacidade de rejuvenescer sempre que necessário, porque se há jogadores que vão fazer falta á minha selecção, Figo está no topo da lista.
Por isso não posso deixar de prestar a minha pequena homenagem ao "grande artista" de Portugal, Luis Figo. A ti o meu muito obrigado pela forma brilhante com que sempre te "bateste" dentro de campo, e por sempre teres honrado a camisola da selecção. Nunca serás esquecido. Obrigado capitão!!!
Publicado por Corduroy Etiquetas: Futebol, Luis Figo à(s) 20:48 0 comentários








